Como Ganhar Dinheiro Com Web Site - Melhore Teu Relacionamento Com Tua Audiência

July 2018 · 4 minute read


Eles Costumam Surgir Também Nas Mãos


Um alimento que socorro a secar a barriga, um suplemento para conceder mais energia durante o treino ou um novo exercício para deixar o “bumbum pela nuca”. Aparentemente, ninguém precisa recorrer a um médico ou um personal trainer para perder alguns quilinhos. Estas e novas dicas aparentemente inofensivos, além de fáceis de seguir, são encontradas com a rapidez de um clique nos websites sobre isso fitness, dieta e existência saudável. Entretanto até onde essa consultoria virtual precisa dirigir-se na existência de quem está tentando perder peso? Para a nutricionista Talitta Maciel, do Espaço Reeducação Alimentar, não muito remoto. — É crucial tomar muito cuidado ao escoltar dicas de dietas de novas pessoas, dado que o que serviu e deu direito pra um poderá ter efeito inverso em outro.


Nos sites, além de cada dica ser elaborada só para a blogueira que escreve, elas nem sempre são dadas por quem sabe do questão. E, segundo a nutricionista, apadrinhar hábitos aparentemente saudáveis sem a direção de especialistas pode resultar em danos à saúde. — Estas dicas se tornam perigosas no momento em que as pessoas passam a consumir suplementos ou remédios mostrados nos blogs que são de emprego específico da blogueira, indicados somente a ela por um profissional. Nos piores casos, até já as próprias blogueiras utilizam suplementos, dietas e treinos sem indicação, o que agrava o risco de escoltar as dicas.


Não se trata de restringir os posts das blogueiras, em razão de na web há autonomia para apresentar o respectivo treino e dieta. E, de acordo com a nutricionista, essa exposição poderá até ser benéfica. — Muitas blogueiras, compartilhando fotos dos treinos e do organismo antes e depois, incentivam as pessoas a bem como alterar os hábitos para obter o organismo desejado. No entanto, cabe aos leitores interpretar as dicas como estímulo, e não manual de instruções.

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O questionamento sobre a importancia das criancinhas que, a despeito de bem-intencionadas, não são qualificadas para dar certos “conselhos” veio à tona nas mídias sociais depois dos posts da livreira Nina Vieira, de vinte e um anos, publicados em janeiro. Neles, a jovem põe à prova a confiabilidade das publicações de Gabriela Pugliesi, autora do Tips4Life.


No entanto a honestidade dos posts foi questionado por Nina e em tumblrs como o Explica, Pugli! Incomodada com a suposta falta de sinalização das propagandas no blog, o que tira a importancia das dicas da autora - que também não é profissional de nutrição ou educação física - Nina decidiu digitar alguns questionamentos. — Entendo que algumas blogueiras fitness executam isto mas, de todas elas, a Pugliesi é uma espécie de símbolo: ela é a mais visibilidade, a mais comentada, a que mais lucra com essa exibição. Logo, questionei só a honestidade dela em não sinalizar a propaganda. Eu não quis atingir a pessoa Gabiela Pugliesi, eu quis atingir o símbolo Gabriela Pugliesi.


A influência do post sobre o tema, supercompartilhado nas redes sociais, surpreendeu a autora. — O intrigante deste postagem é que ele gerou novas discussões. Tais como: se um nutricionista não podes atravessar dieta pelas mídias sociais, por qual porquê uma blogueira pode? Se um nutricionista faz isto é anti-ético. Todavia e a blogueira? No web site, Gabriela afirmou que todas as dicas são espontâneas e os anúncios são devidamente sinalizados.


Ao R7, Alexandre Lima, assessor de imprensa da blogueira, declarou que toda a polêmica em volta da publicidade do Tips4Life não tem critério. — São pessoas querendo receber notoriedade em cima de um trabalho bem feito. Todo artigo, quando é publicitário, é sinalizado. Esse tipo de debate não é novidade no universo dos websites. Em 2012, o Conar - Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária advertiu blogueiras de moda como Thassia Naves, do Website da Thassia, e a rede de lojas Sephora pela publicação de postagens pagos sem sinalização. Apesar de a loja e as autoras dos sites negassem cada publicidade, o Conar aconselhou que fossem mais transparentes nas publicações.